



Hilário Mande
Fundador & Director Geral
Natural da Província do Huambo - Angola, nascido aos 6 de Agosto de 1985. Formado em Construção Civil e Gestão Empresarial. Como qualquer um outro empreendedor, faço negócios desde os meus 14 anos. Hoje, graças a vontade de querer fazer um bom nome, represento o GRUPO HESALQ, LDA que é composto por actividades empresariais em diferentes sectores da economia nacional e Internacional.
Com perspectivas boas para o futuro, criamos mais oportunidades de emprego e contribuimos para o desenvolvimento do país, que é o objectivo de todo empresário.
O que é ser empresário para si?
Hilário Mande: Para mim ser empresário é uma performance. Vivemos num mundo cada vez mais globalizado e com pouco tempo para realizar tudo que desejamos nesta vida. Ser empresário é ser dono de si próprio, mas com disciplina e rigor, para que haja tempo para Jeová Deus em primeiro lugar, para família e para mim.
Ser empresário para mim também é ser um bom líder empresarial, aquele no qual, seus colaboradores confiam, sobretudo em momentos de dificuldades. Por outro lado, ser empresário envolve ser disciplinado, honesto e cumpridor - honrar sempre os deveres com os estado -impostos, e o compromisso assumido com os colaboradores, parceiros e sócios.
Ser empresário é Liderar a empresa em tempos de constantes mudanças e adversidades, sobe enorme pressão e com poucos aliados vencer obstáculos e celebrar vitorias.
Como encara a concorrência empresarial nacional e estrangeira?
Hilário Mande: Encaro a concorrência empresarial nacional e internacional como positiva. O Estado Angolano, para uma melhor aposta no empresariado nacional, em unanimidade com as politicas de empreendedorismo e diversificação da economia, traçou planos estratégicos que visam impulsionar a prática do empreendedorismo em Angola.
Para tal, o Estado Angolano decretou a LEI N° 30/11 De 13 DE SETEMBRO ( Lei das Micro, Pequenas e Médias Empresas - Angola). Esta Lei, visa sobretudo apoiar e incentivar o empresariado nacional, para que futuramente o Estado possa se desfazer de algumas responsabilidades sociais,(Envolve a criação de empregos diretos e indiretos) que podem estar a cargo dos parceiros do Estado - MPME- atraindo de igual modo para Angola parcerias Estrangeiras que queiram investir no nosso país.
Para que empresas angolanas possam desenvolver e criar raízes - capacidade de gestão interna - precisam numa primeira fase de parceria estrangeira. Isto envolve a aquisição de equipamentos, mão de obra qualificada- formação, etc. As Empresas angolanas por si, não poderão chegar a autossuficiência, sem que haja parceria estrangeira. "Assim como o homem não vive sem a orientação divina, de modo similar, nenhum empreendedor chega ao sucesso sozinho".

